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quinta-feira, 20 de junho de 2019

CASO JENNIFER: Ministério Público denuncia homem que matou Jennifer Tavares em Maringá

O Ministério Público do Paraná denunciou nesta última terça-feira (18), Carlos Alberto Dias da Silva, de 28 anos, e o irmão dele, Roberto Dias da Silva, pela morte da adolescente Jennifer Tavares, de 16 anos. Carlos Alberto foi denunciado por homicídio qualificado, fraude processual, ocultação de cadáver e estupro de vulnerável. O irmão, Roberto, é acusado por ocultação de cadáver e fraude processual. Segundo a denúncia, Roberto ajudou Carlos a dispensar o corpo da adolescente, além de esconder roupas e objetos da vítima e do irmão, em uma tentativa de atrapalhar as investigações. O corpo de Jennifer Tavares foi encontrado no dia 7 de maio em um loteamento na cidade de Maringá. Antes, a adolescente era considerada desaparecida. Carlos Alberto foi preso no dia 10 de maio por policiais civis da Delegacia de Homicídios. De acordo com o Ministério Público, ao ser interrogado, Roberto admitiu que pegou roupas do irmão em um motel, mas disse que o corpo da vítima foi escondido pelo próprio Carlos, sem ajuda dele. A denúncia do MP aponta que Carlos Alberto usou força física para estuprar e assassinar Jeniffer. Conforme a denúncia, o acusado apertou o pescoço da adolescente e bateu a cabeça dela contra a cabeceira da cama do motel. Ainda de acordo com o MP, Carlos dopou Jennifer sem o consentimento dela. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) apontou como causas da morte asfixia e traumatismo craniano O exame também concluiu que ela foi estuprada antes de morrer. Depois de ser preso, Carlos Alberto disse aos policiais que a adolescente morreu de overdose e afirmou que não sabia o motivo do traumatismo craniano constatado pelo laudo. Carlos Alberto disse ainda que não apertou o pescoço da vítima, mas que apenas colocou a mão na língua da adolescente para que não enrolasse. A defesa de Carlos afirmou que só vai se manifestar depois de ter acesso ao teor da denúncia. O Ministério Público pediu à Vara da Infância e Juventude que tome providências em relação ao motel onde a adolescente e os acusados estiveram, já que Jeniffer tinha menos de 18 anos e não poderia estar no local. A defesa do motel não quis se manifestar sobre o assunto. Reportagem: André Almenara

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